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10:16

Stromboli de Fiambre de Peru Forno a Lenha Primor

Stromboli de Fiambre de Peru Forno a Lenha Primor
Mais um ano lectivo que inicia e eu dou-me conta que tenho dois filhos já no ensino secundário. O tempo passa a correr, e nos quase que não damos por ele. Ora com dois adolescentes em casa, há sempre alguém com fome e claro que os miúdos adoram qualquer tipo de pizza.

Esta pizza fechada é muito prática para transportar, em fatias, na lancheira, ou para acompanhar uma sopa. Com um recheio cremoso e com um leve sabor a fumado do fiambre de peru forno de lenha Primor, o difícil é parar de comer!




Ingredientes (4 pax)

2 colheres de sopa de queijo creme tipo Philadelphia
1 colher de sopa de natas ácidas
2 colheres de sopa de queijo mozzarella
1 dente de alho
1 embalagem de fiambre de peru forno a lenha Primor (100g)
Queijo Parmesão para polvilhar
Sal e pimenta


Preparação 

Depois de se preparar a massa da pizza, pré-aquece-se o forno a 200⁰C.

Numa tigela mistura-se o queijo creme, as natas ácidas, o alho esmagado, o mozzarella ralado, e tempera-se com uma pequena pitada de sal e pimenta.

Estende-se a massa num retângulo e com uma faca, sem cortar a massa e vincando de forma a formar linhas, divide-se a massa em 3 terços. 

Cortam-se os retângulos exteriores em tiras diagonais transversais ao centro (sem as separar do retângulo do meio), reservando o retângulo do meio intacto, onde se espalha o creme de queijos e se cobre com o fiambre.

Cruzam-se as tiras de massa de ambos os lados sobre o recheio que está no centro e fecham-se as pontas apertando a massa.

Polvilha-se com queijo Parmesão e leva -se ao forno até à massa ficar dourada e crocante.

Retirar do forno e deixar repousar em cima de uma rede durante 5 minutos antes de cortar.




17:45

Pizza de Cebola Caramelizada e Cogumelos - Sexta Feira Vegetariana

Pizza de Cebola Caramelizada e Cogumelos - Sexta Feira Vegetariana
Como já acontece há mais de um ano na minha casa, às sexta feiras não se come carne nem peixe. Geralmente faço umas refeições vegetarianas mais leves e saudáveis, mas desta vez apeteceu-nos uma pizza vegetariana.

Sim dá para fazer uma bela e deliciosa pizza sem a ajuda do bacon (por muito que eu goste dele!). Temos é de trabalhar bem os sabores e saber conjugá-los. No fim até se esquecem da falta da carne ou do peixe.

Esta pizza de cebola caramelizada conjuga o doce com o salgado do Parmesão. Com um recheio delicado e cremoso, ninguém lhe vai resistir!










Ingredientes (1 pizza grande):

para a massa:
350g de farinha para pão (ou farinha normal sem fermento)
1 pitada de sal
2 colheres de chá de fermento liofilizado para pão
1 colher de chá de açúcar
240ml de água morna
2 colheres de sopa de azeite


para o recheio:
2 cebolas novas grandes
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de sobremesa de açúcar amarelo
6 cogumelos brancos laminados
1 colher de café de folhas de tomilho seco
1 colher de sopa de vinagre de figo Oliveira da Serra
2 colheres de sopa de crème fraiche
1 dente de alho
3 colheres de sopa de queijo Parmesão ralado
sal e pimenta preta
200g de queijo mozzarela ralado
azeitonas verdes
oregãos
3 metades de tomate seco em azeite
pão ralado


Preparação:

Começa-se por preparar a massa.

Coloca-se a água morna numa tigela e dissolve-se o açúcar. Polvilha-se com o fermento para pão, mistura-se e deixa-se repousar durante 5 minutos.

Entretanto coloca-se na tigela de uma batedeira a farinha e o sal. Adiciona-se o fermento dissolvido na água, que esteve em repouso e ficou espumoso, bem como o azeite.

Amassa-se com o gancho de fazer pão durante 5 minutos. Caso a massa se esteja a colar demasiado às paredes da tigela, adiciona-se 2 a 3 colheres de sopa de farinha. É suposto a massa se agarrar um pouco às mãos e ser bastante macia, para que cresça com mais facilidade.

Tapa-se com película aderente e deixa-se levedar por 20 a 30 minutos.

Aquece-se o forno a 220ºC e coloca-se dentro um tabuleiro grande de metal.

Enquanto a massa cresce, faz-se a cebola caramelizada.

Numa frigideira com tampa, coloca-se o azeite a aquecer com as cebolas cortadas em rodelas e tempera-se com sal e pimenta.

Deixa-se cozinhar em lume forte durante 2 minutos, mexendo sempre.

Polvilha-se com o açúcar amarelo, baixa-se para lume baixo, tapa-se a frigideira e deixa-se cozinhar durante 10 minutos, mexendo de vez em quando.

Ao fim dos 10 minutos, aumenta-se o lume para médio e juntam-se os cogumelos laminados e as folhas de tomilho seco.

Deixa-se cozinhar durante 3 minutos, mexendo sempre.

Rega-se com o vinagre, deixa-se ferver em lume forte durante 1 minutos e retira-se do lume.

Noutra tigela pequena coloca-se o crème fraiche com o alho esmagado, sal, pimenta e 1 colher de sopa de queijo Parmesão.

Mistura-se e reserva-se.

Estende-se a massa num círculo ou num rectângulo em cima de uma folha de papel vegetal polvilhada com pão ralado e barra-se com a mistura de crème fraiche.

Polvilha-se com o queijo mozzarella ralado e cobre-se com a cebola caramelizada com os cogumelos.

Polvilha-se com o restante queijo Parmesão ralado, oregãos, espalham-se as azeitonas e pedaços de tomate seco por cima e leva-se ao forno no tabuleiro quente durante 15 minutos, ou até a massa estar dourada e o queijo estar a borbulhar.




22:20

Risotto de Cogumelos Shiitake e Queijo Gouda com Figos Assados - Sexta Feira Vegetariana

Risotto de Cogumelos Shiitake e Queijo Gouda com Figos Assados - Sexta Feira Vegetariana
Tal como em todas as sextas feiras a refeição cá em casa é vegetariana, e isso pode significar que faço uma simples salada ou então um prato mais requintado, como é o caso deste.

Se nunca fizeram risotto, digo-vos que não sabem o que estão a perder. Não tenham medo de fazer este prato, não é assim tão complicado como parece. Podem jogar com os vossos sabores preferidos, juntar proteína animal, ou não, juntar legumes, ou não, variar os queijos ou usar simplesmente o Parmesão, enfim, "the sky is the limit".

Neste caso, como adoramos cogumelos shiitake e queijo Gouda, foram então os escolhidos para fazer este risotto. E os figos, bem, eram a entrada mas depois descobrimos que ligavam mesmo bem com o risotto e juntámos os dois elementos. Mas se não gostam de figos ou já não os encontram à venda, podem omitir este elemento do prato.




RISOTTO DE COGUMELOS SHIITAKE E QUEIJO GOUDA COM FIGOS ASSADOS

Ingredientes (para 3 pessoas):

3 mãos cheias de arroz arbório
3 colheres de sopa de azeite
250ml de vinho branco Terras de Alter (ou outro vinho bom)
2 chalotas picadas
250g de cogumelos shiitake
750ml água a ferver + 4 fios de açafrão
150g de queijo Gouda ralado
1 colher de sopa cheia de manteiga
sal, pimenta
salsa picada
Figos assados (receita aqui)


Preparação:

Faz-se uma infusão com a água a ferver e os fios de açafrão. Manter bem quente.

Num tacho aquecer o azeite e saltear a chalota picada até esta começar a amolecer. Juntam-se os cogumelos limpos (com uma escovinha, não os lavem) cortados em tiras e continua-se a saltear por mais 2 minutos.

Junta-se o arroz, mexendo com frequência para que não queime e absorva o azeite e sucos dos cogumelos e das chalotas.

Junat-se o vinho e deixa-se ferver, mexendo, até que o álcool evapore e que o líquido seja absorvido na totalidade.

Nesta altura começa-se a juntar a infusão de açafrão, uma concha de sopa de cada vez e mexendo com frequência para que o arroz solte a goma. Só se volta a juntar mais infusão quando o líquido adicionado anteriormente esteja completamente absorvido pelo arroz.

Repete-se a operação até que o arroz esteja al dente, não esquecendo de mexer com frequência. Não abandonem o tacho, pois o risotto não gosta de estar sozinho.

Quando o arroz estiver al dente junta-se a manteiga e o queijo, mexendo para envolver bem. Tempera-se com sal e pimenta.

O risotto deve-se servir bem cremoso com "molhinho", por isso se estiver muito seco, antes de adicionar a manteiga e o queijo, juntem um pouco de água.

Polvilhar com salsa e servir de imediato com os figos (ou sem, conforme o vosso gosto).

NOTA: quem já segue este blog há mais tempo, já deve ter reparado que eu meço o arroz com a minha mão. Foi assim que me habituei quando, aos 19 anos, comecei a cozinhar. Mas meçam como acharem melhor, o importante é que seja o suficiente para cada pessoa comer.
Eu não uso caldos de compra nos meus cozinhados, só uso caldos caseiros, feitos por mim. Não gosto de caldos de compra e acho mesmo que são prejudiciais para a saúde. Neste caso usei uma infusão de açafrão, mas podem usar um caldo de carne ou de vegetais se preferirem.



23:42

Muito Mais Do Que Trigo - Farinha de Espelta e Duas Receitas

Muito Mais Do Que Trigo - Farinha de Espelta e Duas Receitas
Começa hoje uma nova rubrica aqui no blog. Chama-se "Muito Mais do Que Trigo" e servirá para responder aos pedidos de várias seguidoras, que pretendem consumir menos farinha de trigo ou que precisam de a eliminar da sua alimentação por motivos de saúde. Será publicada todos os sábados e, em cada dia, será apresentada uma farinha nova, receitas testadas por mim, uma explicação das suas características, dicas, e respostas a perguntas frequentes.

Não sei em que altura da Humanidade se passou a desprezar outros grãos e cereais que antes se utilizavam na alimentação do Homem. O que sei é que hoje em dia estamos tão limitados à farinha de trigo, que nem sempre tem uma qualidade que contribua para a nossa saúde.

A pensar em tudo isto, com o passar do tempo, comecei a pesquisar que outras farinhas haviam disponíveis no mercado, dando sempre prioridade a farinhas biológicas, integrais, de fontes sustentáveis e sem vestígios de transgénicos. É verdade que são mais caras que o trigo, mas com o passar dos anos têm vindo a tornar-se mais baratas e fáceis de encontrar.

Já existem algumas receitas no blog, em que fiz a substituição da farinha de trigo por outras. A farinha que mais utilizo actualmente é a farinha de espelta, mas uso outras, como a farinha de cevada, de centeio, de coco, de quinoa, de aveia, de amêndoa, avelã, entre outras. É importante diversificar a nossa dieta e tudo quanto é demais é como o que é de menos. Por isso, trigo a mais é mau. E não devem consumir qualquer farinha, devem procurar consumir farinhas integrais e não refinadas. A farinha de trigo branca, provoca picos de glicémia que são perigosos para a nossa saúde, e é importante saber que há farinhas cujo o consumo tem um efeito bem mais benéfico para nós.

Não quero que pensem que estou a declarar guerra ao trigo! Não se trata disso. Apenas considero que é desnecessário consumir tantos quilos de farinha de trigo por ano. Eu cozinho bastante, faço bolos, bolachas, scones, cupcakes, e a farinha de trigo estava a desaparecer do pote a uma velocidade alucinante. Hoje em dia, a farinha de trigo dura mais tempo dentro do pote e alguns sintomas de inchaço e enfartamento desapareceram.

Não somos inolerantes ao glutén, e não vamos deixar de o consumir, até porque eu não concordo com dietas que eliminam esta proteína da alimentação se não formos intolerantes a esta. Devo frisar que algumas das farinhas que apresentarei contêm glutén, por isso irei sempre alertar para a presença deste.

Espero que gostem e participem deixando as vossas dúvidas, sugestões e também as vossas experiências. Farei questão de responder a todos!


O que é?


Existem muitas razões válidas para se consumir mais farinha de espelta. É um grão tão antigo, que se julga ter pelo menos nove mil anos, e que já foi amplamente cultivado por toda a Europa e no Médio Oriente. Cresce em solos relativamente pobres em nutrientes e é resistente a condições climatéricas adversas e a pragas, por ter uma casca tão forte.



Deu lugar ao trigo por este ser mais fácil de processar e não havia maquinaria que processasse de forma eficaz e rápida os grãos de espelta. Agora que a tecnologia evoluiu, já há formas de descascar e fazer todo o processamento da espelta, e o resultado é o ressurgimento desta, tornando-se cada vez mais popular.

A espelta contém um nível inferior de glutén em relação ao trigo, mas não é inteiramente isento desta proteína. É muito rica do ponto de vista nutricional, contendo um alto nível proteico, podendo ser um substituto da proteína animal. É fonte de vitamina E, rica em ferro, fósforo, zinco, magnésio, cobre, contém 8 aminoácidos essenciais e é também rico em vitaminas do complexo B.




A espelta apresenta menos calorias do que o trigo e é mais fácil de digerir. Se considerarem que são alérgicos ao trigo ou querem apenas consumir menos glutén, sem o eliminar da vossa dieta, a espelta é uma boa alternativa.

Relativamente ao sabor, a farinha integral apresenta um ligeiro sabor a frutos secos, enquanto que a farinha de espelta sem farelo, tem um sabor praticamente igual à farinha de trigo.

Como usar?

Devido ao facto da espelta ter menos glutén do que o trigo, os bolos e o pão não irão crescer tanto e isso deverá ser tido em consideração. Por outro lado a sua farinha é mais leve, por isso pães e bolos ficarão ligeiramente mais fofos.

Nos bolos e no pão costumo substituir a farinha de trigo por farinha de espelta nas mesmas proporções, isto é, se eu preciso de 200g de farinha de trigo, então vou usar 200g de farinha de espelta. Contudo, por a farinha de espelta ser mais solúvel na água, necessita de menos líquido, isto significa que poderá ser necessário reduzir a quantidade de líquido que a receita requer. Sugiro que o líquido seja adicionado a pouco e pouco até se obter a consistência desejável.

Para quem experimenta espelta pela primeira vez, o ideal é começar por substituir uma pequena parte, cerca de um quarto da farinha de trigo por espelta e ver como fica. A partir daí, podem ir substituindo cada vez maior quantidade, até se habituarem e conhecerem melhor a farinha e como ela reage em diferentes situações.

No caso das bases das tartes e de bolachas podem substituir na totalidade a farinha de trigo pela farinha de espelta, pois não é uma massa que cresça muito como um bolo. A massa fica estaladiça e é muito fácil de trabalhar.

Devo dizer que em todas as vezes que experimentei substituir a farinha de trigo pela de espelta, nunca me saiu mal.  Mas a marca da farinha afecta consideravelmente os resultados e eu, depois de experimentar várias marcas, acabei por preferir a farinha de espelta vendida no Aldi. Um quilo de farinha custa cerca de 1,30€ e a farinha integral apresenta maior quantidade de farelo que as outras marcas.

Espero ter ajudado a esclarecer algumas das vossas dúvidas e caso tenham alguma, deixem nos comentários, por messenger ou enviem por mail.


Agora apresento-vos duas receitas. Uma mais fácil, as bolachas e outra mais avançada para quem já está mais habituado a usar esta farinha e a fazer massas, o tagliatelle de espelta com noz moscada. Experimentem, divirtam-se e sejam saudáveis!



BOLACHAS DE AVEIA E NOZES

Ingredientes (cerca de 30 bolachas):

125g de manteiga à temperatura ambiente
220g de açúcar mascavado
1 colher de café de canela
300g de farinha de espelta integral
60ml de leite (podem usar leite vegetal)
1 ovo médio
meia colher de chá de fermento para bolos
40g de flocos de aveia
50g de nozes Frutos de Vettonia
100g de pepitas de chocolate
1 colher de sobremesa de essência de baunilha
açúcar demerada para decorar (opcional)

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 180ºC. Preparar 2 tabuleiros grandes e forrar com papel vegetal.

Bater a manteiga com o açúcar, a canela, o ovo, o leite, a essência de baunilha, a farinha e o fermento em pó.

Juntam-se os flocos de aveia e volta-se a misturar.

Adiciona-se o chocolate (podem usar pepitas ou uma barra de chocolate cortada em pedaços pequenos) e as nozes picadas grosseiramente. Envolve-se rapidamente.

Com a ajuda de uma colher ou de uma colher de gelado divide-se a massa em bolas do tamanho de uma noz e colocam-se nos tabuleiros. Espalma-se com os dedos e polvilha-se com o açúcar demerara.

Leva-se ao forno durante cerca de 15 minutos, ou até as bolachas estarem douradas. Nesta altura ainda estarão macias, mas ao arrefecer irão endurecer e ficar estaladiças.

Deixar arrefecer um cima de uma rede e guardar num recipiente hermético.





TAGLIATELLE DE ESPELTA
COM NOZ MOSCADA

Ingredientes(para 4 pessoas):

200g de farinha integral de espelta
2 ovos médios biológicos
1 colher de sopa de azeite
meia colher de chá de noz moscada
200g de cogumelos pleurotus
200ml de crème fraîche
sal, pimenta preta moída qb
1 colher de sopa de manteiga
1 dente de alho
cebolinho picado
queijo Gouda ralado


Preparação:

Numa bancada limpa, faz-se um monte com a farinha. Faz-se um poço no centro e deitam-se nele a noz moscada, os ovos e a colher de sopa de azeite.

Com a ajuda de um garfo, começa-se a misturar a farinha com os ovos e azeite do centro para fora, até que a mistura comece a ficar grossa. Nessa altura começa-se a amassar com as mãos até se formar uma bola. (a esta altura pode parecer que não vai resultar, mas não desistam)

Amassem à mão durante 5 minutos até obterem uma massa homogénea. Será uma massa bastante espessa e um pouco difícil de trabalhar. (caso vejam que a massa está demasiado seca, podem juntar uns pingos de água de cada vez, não juntar demasiado)

Envolve-se em película aderente e deixa-se repousar durante 30 minutos à temperatura ambiente.

Entretanto arranjam-se os cogumelos e salteiam-se na manteiga com o alho, durante 2 a 3 minutos. Temperar com sal e pimenta a gosto. Reservar.

Colocar uma panela grande com água e sal a ferver.

Quando a massa estiver repousado, divide-se em seis partes iguais e trabalha-se um de cada vez.

Espalma-se um pedaço de massa num rectângulo fino e passa-se pela máquina de fazer massa, começando na espessura 7 e terminando da 2 (na espessura 1 fica demasiado fino, na minha máquina, devem consultar as instruções da vossa máquina)

Passa-se pelo cortador de tagliatelle e de imediato polvilha-se com farinha de espelta para que não colem. Reservar num tabuleiro polvilhado com farinha de espelta.

Repetir a operação para a restante massa, polvilhando sempre com farinha para que os fios de massa não colem.

Coze-se a massa durante 3 a 4 minutos, ou até ficar al dente.

Enquanto a massa coze junta-se o crème fraîche aos cogumelos e deixa-se aquecer, envolvendo as natas com os cogumelos.

Quando a massa estiver cozida, escorre-se, reservando um copo da água de cozer.

Junta-se a massa aos cogumelos e, delicadamente, envolve-se o tagliatelle no molho. Se o molho estiver demasiado espesso e tiverem dificuldade em cobrir a massa, junta-se um bocadinho de água da cozedura até se obter a consistência desejada.

Rectifica-se o tempero, transfere-se para um prato e polvilha-se com cebolinho picado e queijo Gouda ralado na hora.

Servir de imediato.

Nota: para fazer esta receita será aconselhável já estarem familiarizados com a confecção de massa.


Outras receitas com farinha de espelta:











https://ascoisasdamaesofia.blogspot.pt/2016/05/bolo-de-banana-e-alfarroba-sem-acucar.html

















08:03

Foccacia com Maçã, Bacon de Peru e Brie

Foccacia com Maçã, Bacon de Peru e Brie
Há algo que me relaxa quando faço pão. O acto de amassar, o esperar que a massa aumente de volume devido áquelas leveduras microscópicas maravilhosas, o tirar o pão do forno e sentir o cheiro a espalhar-se pela casa, é algo que me acalma.

Tenho um ALDI a 3 minutos de casa (a andar) que vende um pão delicioso, mas o caseiro é sempre melhor, sem aditivos e com os sabores que queremos na altura. Por isso, tenho feito cada vez mais pão em casa. Todos adoram o pão, acabadinho de sair do forno, com manteiga.

Neste caso o pão já vem com cobertura. Esta foccacia está coberta com maçã, doce e macia, laminada, com o bacon de peru fumado da Primor, o queijo Brie derretido e o aroma do tomilho. Podem fazer com o bacon de porco, mas como o queijo Brie já torna esta cobertura bastanta rica, aconselho o uso de bacon de peru, por conter menos gordura.

É a clássica combinação de  doce de salgado, mas que funciona sempre. Quem vai experimentar? ;-)






FOCCACIA COM MAÇÃ,
BACON DE PERU E BRIE


Ingredientes:

1 embalagem de fermento liofilizado para pão Albona (do ALDI)
250ml de água morna
1 colher de chá de açúcar
1 copo de farinha integral
2 copos de farinha sem fermento (aproximadamente)
2 colheres de sopa de azeite
sal
2 maçãs grandes
1 colher de sobremesa rasa de manteiga
6 fatias de bacon de peru Primor Charcutaria
Queijo Brie
Tomilho

(1 copo = 250ml)


Preparação:


Na tigela da batedeira coloca-se metade da água morna, o fermento e o açúcar. Mistura-se e deixa-se repousar durante 5 minutos.

Junta-se a restanta água, a farinha integral, 1 copo de farinha, o azeite e o sal. Mistura-se até se obter uma massa homogénea. Junta-se mais farinha, sempre sem deixar de bater, até se obter uma massa macia que se descole das paredes da tigela.

Amassa-se à mão numa bancada enfarinhada até a massa se descolar das mãos, transfere-se para uma tigela untada e tapa-se com película aderente. Deixa-se levedar até dobrar de volume (+/- 1 hora).

Volta-se a colocar a massa na bancada enfarinhada e estica-se num rectângulo. Transfere-se para um tabuleiro forrado com papel vegetal e tapa-se com um pano, deixando levedar durante meia hora.

Aquecer o forno a 200ºC.

Entretanto aquece-se uma frigideira e salteiam-se as maçãs, cortadas em fatias finas, durante 5 minutos.

Espalha-se a maçã pela massa da foccacia, e leva-se ao forno durante 15 minutos.

Ao fim dos 15 minutos, distribui-se o bacon de peru Primor cortado em pedaços, e volta para o forno durante 10 minutos.

Retira-se a foccacia do forno, distribui-se o queijo Brie e os raminhos de tomilho por cima da maçã e do bacon e leva-se ao forno até o queijo estar derretido.

Retirar do forno, deixar repousar durante 5 minutos em cima de uma rede e servir.





19:24

Tiramisù light, rápido e fácil / Light, fast and easy Tiramisù

Tiramisù light, rápido e fácil / Light, fast and easy Tiramisù
O calor chegou em força e a vontade de comer sobremesas fresquinhas também! Mas como não devemos abusar nas gorduras e no açúcar, fiz este tiramisù cremoso e delicioso. Sem natas, sem ovos, com pouco açúcar, muito rápido de fazer, muito fácil e com poucos ingredientes. Mas passemos à receita!



The heat has arrived and, with it, the desire to eat fresh deserts. As we shouldn't eat to much fat and sugar, I made this creamy and delicious tiramisù. Without cream, eggs, low on sugar, very fast to make, very easy and with only a few ingredients. But let's get on to the recipe!



Ingredientes:
5 iogurtes gregos magros açucarados
250g de palitos La Reine
200g de mascarpone
3 colheres de sopa de açúcar
1 litro de água
3 colheres de sobremesa de café solúvel
1 colher de essência de baunilha
cacau em pó para polvilhar
framboesas para decorar (opcional)

Numa tigela aquecer a água e misturar o café solúvel e 1 colher de sopa de açúcar. Noutra tigela bater os iogurtes com o mascarpone, a baunilha e as restantes 2 colheres de açúcar, até se obter um creme homogéneo.
Cobrir o fundo de uma tigela com um pouco do creme. Embeber levemente os palitos La Reine no café e dispor em cima do creme sem deixar buracos. Repetir estas duas operações até acabar com o creme e com os palitos. Terminar com a camada de creme.
Polvilhar com o cacau em pó e decorar com as framboesas. Guardar no congelador durante 30 minutos e servir.



Ingredients:
5 light and sweetened Greek yogurts
250g of ladyfingers
200g of mascarpone
3 tablespoons sugar
1 liter of water
3 teaspoons instant coffee
1 teaspoon vanilla extract
cocoa powder for dusting
raspberries to decorate (optional)

Heat water in a bowl and mix the instant coffee and 1 tablespoon sugar. In another bowl beat yogurt with mascarpone, vanilla and the remaining 2 tablespoons of sugar, until you get a homogeneous cream.
Cover the bottom of a bowl with a couple tablespoons of the yogurt cream. Lightly soak the ladyfingers in coffee and arrange on top of the cream without leaving holes. Repeat these two operations until you have no more cream and ladyfingers. Finish with a layer of yogurt cream.
Dust with cocoa powder and decorate with raspberries. Store in the freezer for 30 minutes and serve.


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