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06:41

Merendinhas

Merendinhas
Quando me casei era frequente comprar a "Teleculinária" e a revista "Segredos de Cozinha" no quiosque do Metro do Campo Grande. Sabia cozinhar algumas coisas que a minha mãe me ensinou durante a minha adolescência, mas os meus conhecimentos era muito limitados, por isso recorria a estas duas revistas para aprender mais. 

Mas com o passar dos anos deixei de comprar estas revistas com tanta frequência. Hoje em dia procuro mais o porquê de se cozinhar algo de uma determinada forma e não de outra, em vez de receitas. Além disso, tenho um armário CHEIO de revistas e já começo a ter dificuldade em saber onde colocar tanto livro e revista.

A semana passada, numa visita a um hipermercado, cruzei-me com a Teleculinária nº35 "Clássicos da cozinha portuguesa", e tive de a trazer comigo. Dona Hay, Jamie Oliver, Gordon Ramsay, Raymond Blac e Marco Pierre White, podem ser geniais, mas cozinha portuguesa é cozinha portuguesa, e nenhuma bate a nossa comida. Até os famosos chefs portugueses como o Henrique Sá Pessoa, entre outros, apesar do talento que têm, não me apresentam aquele prato tradicional, reconfortante tão típico da nossa gastronomia. Hoje em dia, parece que tem de ser tudo desconstruído, evoluído, moderno, eu sei lá. Mas a mim a maior parte das vezes apetece-me é algo reconfortante, sem complicações, sem modernices, e que por vezes me transporta para alguma fase específica da minha vida.

É o caso destas merendinhas. O simples facto de as fazer fez-me lembrar quando era miúda e andava na escola. Às vezes lá comprava, no bar da escola, com uma moeda de vinte escudos uma garrafa de leite com chocolate e uma merendinha (e ainda me sobrava dinheiro!), e que bem que me sabia.

Ontem fiz para o lanche estas merendinhas e digo-vos que são divinais! Tão simples de fazer, a massa é tão fácil de manusear, e o sabor delicioso, é tudo o que queremos numa merendinha. Ficam fofinhas e perfeitas para os lanches ou para comer com uma sopa.






Ingredientes (6 merendinhas):

400g de farinha sem fermento
50g de açúcar
50g de manteiga à temperatura ambiente
5g de fermento de padeiro seco
3 gemas
150ml de leite à temperatura ambiente
1 pitada de sal fino
8 fatias de fiambre
8 fatias de queijo flamengo

Preparação:

Coloca-se na tigela de uma batedeira (também podem fazer à mão) o leite, a manteiga, o açúcar, o sal e bate-se tudo.

Juntam-se as gemas e o fermento e mistura-se bem.

Adiciona-se a farinha e amassa-se até a massa se desprender das paredes da tigela.

Faz-se uma bola com a massa, tapa-se a tigela com película aderente e deixa-se levedar por uma hora, ou até dobrar de volume.

Polvilha-se a bancada com um pouco de farinha e estende-se a massa na forma de um rectângulo com a ajuda de um rolo, até esta ter cerca de 1 cm de altura.

Cobre-se metade da massa com o fiambre e faz-se uma segunda camada com o queijo.

Dobra-se a outra metade da massa sobre o queijo e fiambre e cortam-se 6 rectângulos iguais e pincelam-se com o ovo batido.

Colocam-se os rectângulos num tabuleiro forrado com papel vegetal e levam-se a forno pré-aquecido a 180ºC durante 25 minutos ou até as merendinhas estarem douradas.



RECEITA DA REVISTA "TELECULINÁRIA Nº 35 - CLÁSSICOS DA COZINHA PORTUGUESA




06:10

Bola de Carnes

Bola de Carnes
Sempre que vou à casa dos meus pais venho de lá a rebolar com um saco de comida. Num destes dias o meu pai mandou-me o que restava do almoço, ou seja, uma caixa cheia de carne grelhada. Sem nos apetecer croquetes ou empadão, o meu marido sugeriu que fizesse uma bola de carnes. Depressa me socorri do meu livro "Comida Tradicional Portuguesa" da Maria de Lourdes Modesto e encontrei a receita da bola de carne de Vila de Rua.

Depois de algumas alterações, e de um desastre culinário (um pequeno grande erro de cálculo) que me obrigou a fazer tudo de novo, resultou esta fantástica bola de carnes. Fofa, amanteigada (embora não leve assim tanta manteiga) e cheia de carnes, combina na perfeição com um bom vinho tinto e uma boa conversa.







Ingredientes:

750g de farinha de trigo sem fermento
3 colheres de chá de fermento liofilizado para pão (ou 20g de fermento fresco de padeiro)
7 ovos
3 colheres de sopa de manteiga
sal
600g de mistura de carnes grelhadas (entremeada, frango, febras)


Preparação:

Retiram-se as peles e os ossos à carne e corta-se em pedaços pequenos. Reserva-se.

Na tigela da batedeira coloca-se 50g da farinha e o fermento dissolvido em 100ml de água morna.

Mistura-se bem, tapa-se e deixa-se descansar durante 5 minutos.

De seguida, adiciona-se a restante farinha, o sal, os ovos e a manteiga derretida.

Amassa-se até se formar uma bola de massa macia que se descola das mãos.

Se os ovos forem muito grandes e a massa ficar demasiado peganhosa, adicionem um pouco mais de farinha.

Unta-se uma forma grande de barro (ou de pirex) com manteiga e cobre-se o fundo com metade da massa.

Espalham-se as carnes picadas por cima e tapa-se com a segunda metade de massa.

Tapa-se com um pano e deixa-se levedar durante 45 minutos a 1 hora.

Entretanto aquece-se o forno a 200ºC.

Assa-se durante 45 minutos ou até se bater e fizer um som oco e a superfície estiver bem dourada.

Retira-se do forno e transfere-se para uma rede onde se deixa repousar durante 5 a 10 minutos.

Corta-se em quadrados e serve-se.


RECEITA ADAPTADA DO LIVRO "COZIDA TRADICIONAL PORTUGUESA" DE MARIA DE LOURDES MODESTO



06:08

Bola de Presunto de Lamego

Bola de Presunto de Lamego
São muitos os livros que culinária que tenho na minha biblioteca pessoal. Adoro folhear os livros e deixar-me inspirar pelas inúmeras receitas, ver as fotos (livros de receitas sem fotos não dá para mim) e idealizar menus.

Mas há dois livros que são os meus preferidos: "Cozinha Tradicional Portuguesa" da Maria de Lourdes Modesto, e "Curso de Cozinha" de Hentique Sá Pessoa. São livros que leio, releio e volto a ler, e em todas as vezes aprendo alguma coisa nova.

A receita desta bola foi tirada do livro "Cozinha Tradicional Portuguesa", que está recheado de receitas maravilhosas da nossa deliciosa gastronomia. É tão boa, que desapareceu num instante.

Devo advertir que quando se está a amassar a massa, a início, parece que não vai resultar, mas depois de vários minutos a amassar, transforma-se numa massa elástica e macia, muito fácil de trabalhar. Para fazer a massa é necessária muita paciência e para evitar estar muito tempo a amassar, aconselho o uso de uma batedeira, senão vão acabar com os braços bastante cansados. Esta bola deve ficar bastante baixa e nunca ultrapassar os 3 cm de altura. Por fim, usem bom presunto, vai valer bem a pena.







Ingredientes:

500g de farinha sem fermento
7 g de fermento liofilizado para pão
água morna
1 colher de chá de sal fino
100g de manteiga à temperatura ambiente
350g de presunto
azeite

Preparação:

Colocar 100ml de água morna num copo e misturar o fermento. Deixar repousar por 5 minutos.

Colocar a farinha na tigela de uma batedeira com o gancho de amassar pão.

Adiciona-se o sal e a mistura de fermento.

Começa-se a amassar devagar e adiciona-se mais água morna, uma colher de sopa de cada vez, até que se forme uma bola dura. (eu usei no total, cerca de 300ml de água, mas a quantidade pode variar com a farinha)

Com a batedeira ligada em velocidade média, deita-se a manteiga aos poucos, uma colher de sobremesa de cada vez. (vai parecer que a massa está pronta para ir para o lixo, mas tenham fé, que isto vai resultar)

Deixa-se amassar durante 5 minutos ou até se formar uma bola macia e homogénea que não se cola às mãos.

Tapa-se com película aderente e deixa-se levedar por uma hora, ou até duplicar de volume.

Pré-aquecer o forno a 200ºC.

Retiram-se 2/3 da massa e, com as mãos untadas de azeite, estende-se até se obter um rectângulo de 40cm x 30cm.

Cobre-se a massa com as fatias de presunto e rega-se com um fio de azeite.

Estende-se a restante massa com as mesmas dimensões (vai ficar muito fina) e coloca-se por cima do presunto.

Com os dedos, fecham-se as bordas da massa dobrando a massa da base sobre a massa de cima.

Pincela-se a superfície da massa com um pouco de azeite e leva-se a cozer  até a massa ficar dourada e estaladiça, cerca de 15 minutos.

Deixar arrefecer numa rede e cortar em quadrados.



20:47

Canja de Bacalhau

Canja de Bacalhau
Há dias que só apetece uma refeição descomplicada, quentinha e reconfortante. A canja de bacalhau é tudo isso!




Ingredientes (para 2 pessoas):

1 posta do lombo de bacalhau demolhada
2 colheres de sopa de azeite
2 batatas médias
1 mão mal cheia de arroz
2 ovos
sal
coentros picados


Preparação:

Coze-se o bacalhau em água temperada com sal e o azeite. (não esquecer que o bacalhau já é salgado)

Entretanto, cortam-se as batatas em cubos pequenos.

Quando o bacalhau estiver cozido, sem desligar o lume, retira-se a posta da água e coloca-se num prato.

À água de cozer o bacalhau junta-se a batata em cubos e o arroz. Deixa-se cozer até estarem cozidos.

Enquanto as batatas e o arroz cozem, parte-se o bacalhau em lascas e picam-se os coentros.

Quando as batatas e o arroz estiverem cozidos, baixa-se o lume. Partem-se os ovos, um de cada vez e deitam-se por cima das batatas e do arroz. Tapa-se a panela e deixa-se escalfar até a clara estar cozida mas a gema ainda estiver líquida.

Divide-se o bacalhau pelos dois pratos, cobre-se com as batatas e arroz, o líquido e coloca-se um ovo em cada prato. Polvilha-se com coentros e serve-se de imediato.





23:14

Bolos dos Santos

Bolos dos Santos
Eis que chegamos ao primeiro dia do mês de Novembro e eu não consigo passar este dia sem fazer as broas dos santos. Apesar de à vezes fazer uns docinhos assustadores para os miúdos levarem para a escola e poderem comemorar o dia com os amigos, cá em casa não comemoramos o Halloween. Não consigo entrar no espírito de uma tradição que não é minha, não é do meu país e me parece muito vocacionada, hoje em dia, para o consumismo.

Já os Santos comemoramos. Os meus filhos quando eram mais pequenos iam ao Pão Por Deus à casa dos avós, fizemos saquinhos, ensinámos o significado e o porquê deste dia e, hoje que já estão mais crescidos, fazemos a broas ou bolinhos dos santos. Confesso que a minha parte preferida é o cheiro a erva doce que fica na casa. Simplesmente divinal!

Este ano fiz as broas do costume, que passei a minha infância a comer. Não lhes adicionei pinhões este ano, porque estão estupidamente caros e porque não os fui apanhar ao pinhal. A receita das broas dos santos pode ser encontrada aqui.

No entanto apeteceu-me experimentar uns bolinhos diferentes e fiz uma receita que encontrei no meu livro preferido de todo o sempre "Cozinha Tradicional Portuguesa" da Maria de Lourdes Modesto. São os bolos dos santos da Beira Baixa. Muito simples de fazer, fofinhos, com um delicioso aroma a erva doce e absolutamente irresistíveis. São tão bons que já devorámos dois!



BOLOS DOS SANTOS

Ingredientes (para 8 bolos):

1 kg de farinha de trigo sem fermento
100g de manteiga derretida
4 colheres de chá de fermento seco para pão
6 ovos pequenos
160g de açúcar
30g de erva doce moída
2 colheres de chá de canela
cerca de 2 dl de água tépida
sal fino

açúcar para polvilhar
1 ovo para pincelar


Preparação:

Retiram-se 6 colheres de sopa de água aos 2 dl. A essas 6 colheres de sopa de água junta-se o fermento e 1 colher de chá de açúcar. Mexe-se e deixa-se repousar até começar a espumar.

À mistura de fermento adiciona-se a farinha, os ovos, a manteiga derretida, o restante açúcar, a erva- doce, a canela e uma pitada boa de sal.

Amassa-se tudo com a mão e vai-se juntando a restante água morna a pouco e pouco, até que se obtenha uma massa macia e elástica. Caso seja necessário e a massa esteja demasiado seca, juntem mais água tépida, uma colher de sopa de cada vez.

Forma-se uma bola, coloca-se numa tigela grande e tapa-se com película aderente. Abafa-se com um cobertor e deixa-se levedar durante 1 hora.

Ao fim desse tempo, transfere-se a massa para uma bancada limpa e enfarinhada. Divide-se a massa em 8 pedaços iguais.

Moldam-se bolas, colocam-se em tabuleiros forrados com papel vegetal, e faz-se um corte em cruz com uma tesoura de cozinha.

Tapam-se os tabuleiros com um pano e deixa-se repousar durante 10 minutos.

Entretanto liga-se o forno a 200ºC.

Pincelam-se os bolos com ovo batido e coloca-se 1 colher de sobremesa de açúcar em cima da cruz feita com a tesoura e leva-se ao forno durante 20 minutos, ou até estarem dourados e fazerem um som oco quando se bate neles por baixo.

Deixar arrefecer numa rede e guardar num recipiente hermético, ou colocar em sacos de congelação e congelar para daqui a umas semanas poderem apreciar  novamente estes bolos dos santos.


07:54

Jaquinzinhos Fritos com Arroz de Tomate

Jaquinzinhos Fritos com Arroz de Tomate
Hoje trago-vos uma receita portuguesa bem tradicional. Agora que os jaquinzinhos já são legais, fui à praça de Benfica à procura deles. É verdade que estes não são dos mais pequenos, mas são igualmente deliciosos.

Aconselho a que peçam para arranjar os carapaus, isto é, retirar as tripas, porque têm muita areia e é uma tarefa um pouco morosa para fazer em casa. Afinal de contas, também temos de descansar e fazer comida caseira não inplica passar horas a arranjar peixe. Se os carapaus forem um bocadinho maiores peçam também para tirar a serrilha de ganham da cauda à cabeça.

Este arroz de tomate não leva açúcar, como é habitual. Isto deve-se ao facto de eu juntar o vinho do Porto, que já é doce. O vinho confere um sabor fantástico ao arroz, experimentem. Já agora não estranhem o facto de eu usar arroz agulha. Gosto do arroz de tomate soltinho, mas se preferirem o carolino, é só substituir e juntar a água que for necessária para ficar malandrinho.





JAQUINZINHOS FRITOS COM
ARROZ DE TOMATE

Ingredientes (para 4 pessoas):

para o arroz de tomate:
1 cebola média picada
1 dente de alho picado
4 colheres de sopa de azeite
4 tomates grandes bem maduros e descascados
1 colher de sopa de vinho do Porto
água a ferver
4 mãos cheias de arroz agulha
sal, pimenta qb
coentros
limão para decorar

para os carapaus:
500g de carapaus pequenos
farinha de milho ou de trigo
óleo
sal

Preparação:

Colocam-se os carapaus já arranjados num alguidar e temperam-se com bastante sal grosso. Não se preocupem com o excesso de sal porque só uma pequena parte será absorvida, o restante será retirado porteriormente. Guarda-se no frigorífico, tapado.

Aquece-se uma panela com o azeite. Junta-se a cebola e o alho picados e deixa-se fritar até a cebola estar translúcida. Junta-se o tomate cortado em pedaços pequenos e mexe-se. Deixa-se cozinhar tapado durante 5 minutos, mexendo de vez em quando. Junta-se o vinho de Porto.

Junta-se o arroz, mexe-se e adiciona-se a água até tapar o arroz. Tempera-se com sal e pimenta, tapa-se e deixa-se cozinhar em lume brando. Caso o arroz esteja a ficar seco e ainda não esteja cozido, junta-se mais água a ferver.

Enquanto o arroz coze, fritam-se os carapaus. Elimina-se o excesso de sal dos carapaus e passam-se por farinha. Fritam-se em óleo quente até ficarem douradinhos (2 a 3 minutos, dependendo do tamanho do carapau). Colocar os carapaus em papel absorvente para eliminar qualquer excesso de óleo.

Quando o arroz estiver quase pronto, rectificam-se os temperos, desliga-se o lume, tapa-se e deixa-se repousar por 5 minutos.

Transferir o arroz para uma travessa, polvilhar com os coentros picados e decorar com gomos de limão. Servir de imediato com os jaquinzinhos.



19:23

Tarte de Requeijão de Beja

Tarte de Requeijão de Beja
Este fim de semana a minha sogra pediu-me para fazer com ela uma tarte que tinha encontrado no livro da Maria de Lurdes Modesto "Cozinha Tradicional Portuguesa". Eu adoro as receitas da Maria de Lurdes Modesto, são receitas que saiem sempre bem e são sempre um sucesso! Foi com esta magnífica senhora e com o Chef Silva que eu aprendi a cozinhar. 
Mas voltando à tarte! Nada difícil de fazer, nem a massa que é tão elástica e tão fácil de trabalhar. É tão boa que foi feita para o almoço e acabou ao lanche. Temos de fazer outra!




TARTE DE REQUEIJÃO DE BEJA
Receita retirada do livro "Cozinha Tradicional Portuguesa" da Maria de Lurdes Modesto

Ingredientes

massa:

125g de farinha
1 ovo
cerca de 50 ml de água tépida
meia colher de sopa de banha
meia colher de sopa de manteiga

recheio:

500g de requeijão
375g de açúcar
3 ovos
3 gemas
2 colheres de sopa de farinha
50g de manteiga à temperatura ambiente
1 colher de chá de canela


Começa-se por fazer a massa. Colocam-se todos os ingredientes da massa, excepto a água, numa tigela e começa-se a amassar, deitando-se a água a pouco e pouco, até a massa se descolar das mão. A massa deve ficar macia e elástica. Pode não ser preciso toda a água e caso a massa fique demasiado peganhosa, pode-se adicionar um pouco mais de farinha.
Envolve-se em película aderente e leva-se ao frigorífico a descansar durante 1 hora.

De seguida bate-se o requeijão com uma vara de arames para que fique cremoso, junta-se os restantes ingredientes do recheio e bate-se novamente. Reserva-se.

Unta-se uma tarteira alta (de preferência uma forma de cheesecake) com manteiga e polvilha-se com farinha. Estica-se a massa até ficar da grossura de uma folha de papel e forra-se a tarteira alta (o recheio vai aumentar de volume ao cozer).

Transfere-se a mistura do recheio para a tarteira e leva-se a cozer a forno pré-aquecido a 180ºC até ficar dourada (cerca de 30 minutos, mas este tempo irá variar de forno para forno). O centro deverá abanar ligeiramente como uma gelatina, ao arrefecer tornar-se-á firme. Retirar da tarteira e servir morno ou frio.

Nota: Também se podem fazer estas tartes em formas individuais (formas de queques). O tempo no forno irá ser menor.








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